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AGE em diálogo com as marisqueiras e pescadores artesanais do Estado

Participamos de reunião com representantes do setor em Pernambuco, na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Eurídice Cadaval, em Itapissuma


Diretoria de Operações da AGE, com Ivete Lacerda (ao centro), esteve presente ao encontro em Itapissuma, ao lado da assessora especial da vice-governadoria, Teresa Duere. Foto: AGE/Divulgação.

Estamos participando do processo de escuta popular do Governo do Estado, que envolve os trabalhadores da pesca artesanal em Pernambuco. Depois de uma primeira reunião na sede da AGE, no final de setembro, organizamos na semana passada um novo encontro com as marisqueiras e os integrantes do movimento da pesca artesanal, na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Eurídice Cadaval, em Itapissuma.

Neste momento de diálogo, também articulado por Teresa Duere, assessora especial da vice-governadoria do Estado e que esteve presente, conversamos sobre quais os problemas mais acentuados enfrentados pelas marisqueiras e pescadores em seus locais tradicionais de trabalho. Entre os pontos citados, a preservação do o meio ambiente, o combate à poluição e a criação de estratégias conjuntas para enfrentar desde as mudanças climáticas até incidentes como o derramamento de petróleo em parte da costa brasileira, com maior impacto no Nordeste.

Existem hoje em Pernambuco cerca de 20 associações de pescadores artesanais

NOVAS INICIATIVAS - Serão agendadas novas reuniões para conhecer os locais e territórios em que as marisqueiras e pescadores atuam e serem pensadas em conjunto novas iniciativas, tais como uma possível retomada do Comitê de Pesca Artesanal Estadual, em paralelo à oferta de cursos de qualificação, que poderão ser oferecidos pela Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (SEDEPE) e pelo Sebrae/PE e acesso ao crédito, através dos financiamentos da AGE. Entre os que compareceram ao encontro, representantes de praias e cidades do Litoral Norte, como Goiana e Abreu e Lima, e praias como Barra de Catuama, Carne de Vaca, Atapuz e Ponta de Pedras. Mas também da Região Metropolitana do Recife, como da Ilha de Deus. São trabalhadores como dona Joana Rodrigues, 67 anos, representante da Articulação Nacional dos Pescadores em Pernambuco. “A nossa luta é por sobrevivência e visibilidade. Tudo que queremos é um olhar de respeito pela pesca tradicional no Estado”, argumenta ela. Além de dona Joana, também estava lá Miriam Mousinho, da Associação das Marisqueiras de Itapissuma. Entre os litorais Sul e Norte de Pernambuco, existem hoje em Pernambuco cerca de 20 associações reunindo os pescadores artesanais. A reunião também foi acompanhada pela organização comunitária Caranguejo Uçá, que está filmando um documentário sobre a pesca artesanal em Pernambuco.


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