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Conheça as histórias das participantes da primeira etapa do Mulheres Empreendedoras

Saiba mais sobre a trajetória das sete empreendedoras beneficiadas com o programa realizado pela AGE, em parceria com a Secretaria da Mulher


Sabe aquelas pessoas que começaram do zero e, depois de muita batalha, conseguem dar uma virada na vida? Contamos aqui as sete histórias poderosas das primeiras mulheres contempladas com capacitação e financiamento na primeira fase do programa Mulheres Empreendedoras, do Governo de Pernambuco, administrado pela Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE), em parceria com a Secretaria da Mulher. Elas são de cidades na Região Metropolitana do Recife, Agreste e Sertão do Estado.


É o caso de Elizabete Soares, que estava desempregada e pensou em ser eletricista ou soldadora. Porém, resolveu fazer um curso de cabeleireira no Senac-PE e destacou-se. Começou a atender em domicílio. “Quis desistir, mas criei forças para seguir em frente”, conta Bete, que montou o próprio salão de beleza, chamado Bete Design de Fios, no terraço de casa. “Depois, fui para outro ponto, reformei e fui melhorando”, recorda a dona do espaço, no Conjunto Beira Mar, no Janga. No salão, além de Bete, trabalham sua filha e uma funcionária. O dinheiro da linha de crédito será usado na compra de mais produtos à vista, por ser mais barato, e guardado para uma reserva financeira.


Já Adalgiza Braz da Silva Paula antes trabalhava como vendedora informal. Há cinco anos, construiu sua própria casa de primeiro andar e no térreo montou lojas. Com a pandemia, alugou uma delas. Hoje, vende artigos de moda feminina e praia na D’Paula Modas, também em Paulista.


“Precisamos inovar sempre. Com a linha de crédito, quero separar de novo as lojas e fazer uma parceria com uma amiga costureira, para lançar os produtos com minha marca”, planeja Adalgiza. “Acho ótimo o financiamento do Mulheres, pois os juros são acessíveis e dá para pagar”, avalia.


Agreste - Um outro exemplo destas figuras femininas poderosas é Maria Margarida da Silva, a Margô, que nasceu perto do Alto do Moura, em Caruaru, e vendia artesanato. Há 14 anos, ingressou no grupo Flor do Barro Alto do Moura e passou a criar flores, anjos e pratos personalizados. Com a linha de crédito, quer ampliar sua participação nas redes sociais e criar uma marca própria para estampar saias com a estética das xilogravuras. “Uma andorinha só não faz verão. É preciso adquirir informação, para sair do lugar”, defende.


É também em Caruaru que Maria das Graças Gomes dos Santos mantém sua grife de confecções, a Giom Collection, de camisas masculinas. Há 17 anos, comprou a primeira máquina de costura e montou um fabrico em casa. A formalização como MEI, no entanto, veio apenas há dois anos. “Usarei o crédito para comprar matéria-prima para o São João e mais duas máquinas de costura. É muito importante o Governo de Pernambuco se lembrar de nós. A taxa de juros ser acessível facilita demais”, opina.


A caçula desta primeira etapa do Mulheres é Priscila Emanuella Adelino, de 24 anos, de Vitória de Santo Antão. Ela montou uma grife de moda masculina, a Leão do Norte Oficial, comercializando produtos no atacado e no varejo. “Já tentei vender para os outros, mas decidi trabalhar para mim mesma. A gente precisa fazer o que ama e buscar se aperfeiçoar cada vez mais”, acredita Priscila, que planeja expandir seu negócio, abrindo uma loja física.

Sertão - Duas sertanejas que venceram as adversidades estão, ainda, entre as primeiras beneficiadas. Há 17 anos, Maria do Socorro da Silva teve a oportunidade de mudar sua história. Depois de 10 anos trabalhando como balconista de uma loja de roupas, soube que o estabelecimento seria fechado. “Fiquei com o ponto alugado e a perseverança. Sou ruim de desistir. Usei as economias para comprar novas mercadorias”, revela a proprietária da Socorro Confecções, no Centro de Afogados da Ingazeira. Com o recurso da linha de crédito, quer ampliar a estrutura da loja e seguir atenta às novidades.

Já Lúcia Paula da Silva começou a Paula Mix Variedades fabricando lençóis e cortinas, em Serra Talhada. Costurava na máquina da casa da sogra. Depois, passou a comprar tecidos direto da fábrica e fazer as peças sob encomenda, para baratear os custos. Hoje, a produção maior é de lençóis, além de cortinas sob medida. No mix, também peças íntimas, perfumes e sabonetes. “Valeu muito a pena, mesmo com as dificuldades”, pontua Lúcia.

Condições - É voltado a empreendedoras que já tenham contratado algum microcrédito pela AGE, que pagaram as parcelas sem atraso de mais de 30 dias e queiram investir na expansão do seu empreendimento. Como contrapartida, elas devem se formalizar e participar de capacitação promovida pela Secretaria da Mulher. O valor do financiamento é de até R$ 20 mil por beneficiária e prazo de até 36 meses para pagamento, sendo três meses de carência, com taxa de juros de 0,5% ao mês para quem paga em dia e ganha o bônus de adimplência.

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